sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Porto Alegre – DMLU lança projeto de reciclagem de óleo de cozinha 11/06/2007 — funverde
Para quem escreveu mensagens perguntando sobre a disposição correta do óleo de cozinha em Porto Alegre, aí vai uma ótima notícia, a prefeitura da cidade está de parabéns.
Agora é só fazer nossa parte, deixar uma garrafa de coca cola vazia – olha a propaganda – para ir colocando o óleo.
ATENÇÃO!
Não deixe a garrafa de refrigerante em loccal que as crianças tenham acesso para evitar acidentes. Por exemplo bebere por engano achando que é refrigerante.
EcoAgência, 11 de junho de 2007 São 24 locais de coleta do produto, que será transformado em resina de tintas, sabão e biodiesel, por exemplo. Porto Alegre, RS - O Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU) lançou hoje (11/06) o Projeto de Reciclagem de Óleo de Fritura. Foi assinado um convênio entre o órgão e três empresas que darão um destino ambientalmente correto aos óleos. O projeto integra o Programa Pró-Dilúvio, que concentra diversas ações de saneamento e educação ambiental visando preservar esse arroio que corta a cidade e deságua no Lago Guaíba. Pelo convênio, a população poderá entregar o óleo de fritura usado acondicionado em uma garrafa plástica ou recipiente de vidro em um dos 24 postos do Departamento distribuídos em todas as regiões da cidade. As empresas Celgon Agroindustrial Ltda., Faros – Indústria de Farinha e Ossos Ltda. e Oleoplan SA. recolherão os óleos dos postos e os encaminharão para reciclagem. Destinos dos óleos Dentre as diversas possibilidades de reciclagem do óleo de fritura destacam-se a produção de resina para tintas, sabão, detergente, glicerina, ração para animais e biodiesel, entre outras finalidades. Para o diretor-geral do DMLU, Mário Moncks, o projeto representa a solução para uma dúvida que muitos têm, ou seja, onde colocar o óleo de fritura usado. “Sem saber o que fazer, algumas pessoas jogam esse óleo nos ralos, pias e vasos sanitários, o que provoca o entupimento das redes de esgotos”, exemplifica Moncks. Locais dos postos de recolhimento: SEÇÃO / CAPATAZIA – ENDEREÇO CENTRO GASÔMETRO - Av Mauá, 158REPÚBLICA – Rua da República, 711CONCEIÇÃO - Rua Alberto Bins, sob a Elevada da Conceição
NORTE CANCIO GOMES – Travessa Carmem, 111PEREIRA FRANCO – Rua Pereira Franco, 135
HUMAITÁ – Rua José Aluisio Filho, 780IAPI – Av. Assis Brasil, 1715SILVA SÓ – Av. Silva Só, sob a elevada Tiradentes
NORDESTE NORDESTE – Rua Dom Jaime de Barros Câmara, 815PORTO SECO – Av. Plínio Kroeff, 752
CAR NORTE – Av. Bernardino S. Amorim esq. Pastoriza - SUDESTE VISCONDE – Rua Visconde do Herval, 945 - TENENTE ALPOIM – Rua José L. R. Sobral, 958 - FREITAS E CASTRO - Rua Prof Freitas de Castro n.º 95 - LESTE LOMBA DO PINHEIRO – Estr. Afonso L. Mariante, 4401 - FÁTIMA – Rua Alfredo Ferreira Rodrigues, 975 - SUL CAVALHADA – Av. Otto Niemeyer, 3206 - IPANEMA – Av. Guaíba, 2027 - CRUZEIRO NITEROI -Rua Niteroi, 19 - CRUZEIRO – Av. Tronco, 528 - EXTREMO SUL RESTINGA – Rua Rubens Torelli, 50 - ORLA BELÉM NOVO – Rua Desembargador Melo Guimarães

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O MENININHO Era uma vez um menino. Ele era bastante pequeno. E ele tinha que ir a uma grande escola. Mas quando o menininho descobriu que poderia ir à aula caminhando através da porta da rua, ele ficou feliz. E a escola não parecia mais tão grande quanto antes. Uma manhã, quando o menininho estava na escola, a professora disse: – Hoje nós iremos fazer um desenho. “Que bom!”pensou o menino. Ele gostava de fazer desenhos. Podia fazê-los de todos os tipos: leões, tigres, galinhas, vacas e barcos. Ele pegou a sua caixa de lápis de cor e começou a desenhar. A professora, porém disse: – Esperem! Ainda não é hora de começar! E ele esperou que todos estivessem prontos. – Agora – disse a professora – iremos desenhar flores. “Que bom!”pensou o menino. Ele gostava de desenhar flores com lápis rosa, laranja e azul. Mas a professora disse: – Esperem! Vou mostrar como fazer! E a flor era vermelha com caule verde. – Assim! – disse a professora. – Agora vocês podem começar. Então ele olhou para sua flor. Ele gostava mais de sua flor, mas não podia dizer isso. Então ele virou o papel e desenhou a flor igual à da professora. Era vermelha com caule verde. Num outro dia, quando o menininho estava na aula, ao ar livre, a professora falou: – Hoje iremos fazer algumas coisas de barro. “Que bom!” pensou o menino. Ele gostava de barro. Ele podia fazer todas as coisas com o barro: elefantes, camundongos, carros e caminhões. Começou a ajuntar e amassar a sua bola de barro. Mas a professora disse: – Esperem! Vou mostrar como se faz! E ela mostrou a todos como fazer um prato fundo. Depois disse: – Agora vocês podem fazer! O menininho olhou para o prato da professora. Depois pensou no prato que ele gostaria de fazer. Ele gostava mais do seu prato do que daquele da professora. Mas não disse nada. Amassou o seu barro numa grande bola e fez um prato igual ao da professora. Era um prato fundo. E muito calado o menino aprendeu a esperar e a olhar, e a não fazer as coisas por si próprio. Nessa altura, aconteceu que o menino e sua família se mudaram para outra cidade, e o menino tinha que ir para outra escola. A outra escola era ainda maior que a primeira. E não havia porta da rua para a escola. Ele tinha que subir grandes degraus, até sua sala. E, no primeiro dia em que ele estava lá, a professora disse: – Hoje vamos fazer um desenho. “Que bom!” pensou o menininho. E esperou que a professora dissesse o que fazer. Mas a professora não disse nada. Apenas andava pela sala. Veio até o menino e falou: – Você não vai desenhar? – Sim – respondeu o menino. – E o que é que vamos fazer? –Eu não sei, até que você faça – esclareceu a professora. – Como eu posso fazer? – perguntou o menino. –Da maneira que você gostar – explicou a professora. – E de que cor? – insistiu o menino. – Se todo o mundo fizer o mesmo desenho e usar as mesmas cores, como eu posso saber quem fez o quê? E qual o desenho de cada um? – Eu não sei – falou o menino. E ele começou a desenhar uma flor vermelha com o caule verde. (Autor desconhecido)

domingo, 18 de outubro de 2009

GINCANA
A direção, professores e funcionários agradecem e parabenizam pela participação exemplar dos alunos na semana da gincana.
Resultado final
1º lugar - Equipe Atentados Turma 72
2º lugar - Xurupita - Turma 51
3º lugar - Sai Capeta - Turma 62
4º lugar - Smarts - Turma 52
5º lugar - Smigolândia Turma 71
6º lugar - Capetas
7º lugar Guerreiros
8º lugar Furacão Turma 53
9º lugar Tabajara Clube Turma 82
10 lugar Baiuka Turma61
11º lugar Xurupita Turma 81

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

OBRIGADO PROFESSORA E PROFESSOR!
Obrigado por fazerem do aprendizado não um trabalho, mas um contentamento. Por fazerem com que nos sentíssemos pessoas de valor; por nos ajudarem a descobrir o que fazer de melhor e, assim, fazê-lo cada vez melhor.
Obrigado por afastarem o medo das coisas que pudéssemos não compreender, levando-nos, por fim, a compreendê-las... Por resolverem o que achávamos complicado... Por serem pessoas dignas de nossa total confiança e a quem podemos recorrer quando a vida se mostrar difícil...
Obrigado por nos convencerem de que éramos melhores do que suspeitávamos.
Feliz dia dos professores!
Adriana Inania
Adriana Turela
Alessandra
Ana Lúcia
André Emílio
Andréa B. Westphalen
Andréia Segatto
Berenice
Carla Marion
Carlos Maurício
Daniela
Éderson
Fábio
Fernanda
Gitel
Iracema
Leonardo
Luciana Chagas
Luciana Maurano
Maria Helena
Maria Zélia
Maristela
Marta Inês
Neiva
Patricia
Pâmela
Rosali Cunha Thomas
Roséli
Roseni
Rutiléia
Sandra Costa
Sandra Ocanha
Tânia Brasil
Valéria

domingo, 11 de outubro de 2009

Cinema Bourbon filme "Uma noite no museu 2".
A E.E.E.F. Mauricio Sirotsky Sobrinho com a contribuição dos pais e responsáveis proporcionaram aos seus filhos e alunos; a ida ao cinema como um evento pedagógico. O cinema ofertou aos alunos da escola a entrada no valor R$5,00 (cinco reais) com direito a pipoca e refrigerante.
O filme foi um meio de relacionar as praticas de leitura, escrita e oralidade no contexto social da criança.
Neste segundo episódio da saga Uma Noite no Museu, Larry enfrenta uma batalha tão épica que só poderia se desenrolar nos corredores do maior museu do mundo. Agora, Larry precisa tentar salvar seus amigos, antes inanimados, do que poderia ser sua última batalha entre as maravilhas do Smithsonian; e todas elas, das famosas pinturas nas paredes às espaçonaves, de repente ganham vontade própria.
Os alunos de 1º anos até a 4ª série manhã e tarde sentiram-se maravilhados com o filme. Em planejamento de aula foi feito mediações referentes as partes do filme de que mais gostaram e refletiram sobre a moral da história. Refletiram também sobre a importância da amizade e de termos de compartilhar as dificuldades com nossos amigos; demonstrando consideração.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

ELEIÇÃO DE DIRETORES NA ESCOLA DIA 28 DE OUTUBRO.
1 - Qual a duração do mandato do Diretor dos estabelecimentos de Ensino? 3 anos. (Artigo 9º da Lei 10.576/95 com as suas alterações) 2 - Quantas vezes poderá o Diretor ser reconduzido? A Lei não limita o número de reconduções. 3 - A indicação da Direção das escolas se dará por chapas? Não. O Indicado pela comunidade escolar é o Diretor (Art. 7º da Lei 10.576/95, com suas alterações). O(s) Vice-Diretor(es) será(ão) escolhido(s) pelo Diretor (Art. 15, 16, 17 e 18 da mesma Lei); 4 - Quem poderá concorrer à função de Diretor de Estabelecimento de ensino público estadual? Os requisitos para concorrer estão elencados no Art. 20 da Lei 10.576/95, com suas alterações. 5 - Professor e Servidor de Escola detentores de Contratos Temporários e emergenciais podem votar e ser votados? Professor em Contrato Emergencial e Temporário pode votar, mas não pode concorrer à função de Diretor, pois não preenche o requisito do inciso II do Artigo 20, da Lei 10.576/95, alterada pela Lei 11.695/01. Servidor com Contrato Emergencial e Temporário não pode votar nem pode concorrer, por força do Artigo 7º e os Parágrafos da Lei 10.576/95, com suas alterações. (Podem participar do processo de indicação dos Diretores somente os integrantes do Quadro de Servidores de Escola, criado pela Lei 11.407, de 06 de janeiro de 2000). MAIS PERGUNTAS E RESPOSTAS CLIQUE AQUI
(SECRETARIA DA EDUCAÇÃO)
ALUNOS COM TRANSTORNO BIPOLAR
Antigamente, as escolas vivenciavam um contexto de sala de aula muito diferente dos dias atuais. A medicina tecnológica evoluiu e descobertas foram feitas referentes a saúde de nossas crianças no ambiente escolar. As aulas exigem mais dedicação, planejamento e responsabilidade da família e do educador.
Um dos diagnósticos que presenciamos em nossas escolas é o transtorno da bipolaridade. É um transtorno que pode atingir os alunos infantis, adolescentes e adultos. É possível que ao adquirirmos a correta interpretação do fato poderemos auxiliar nas dificuldades do cotidiano escolar.
Este educando merece o nosso esforço e empenho para uma inclusão escolar satisfatória porque é o futuro de sua própria família, bairro e cidade. Ser o futuro deste País exige responsabilidade de todos os envolvidos.
Há em nossas escolas crianças que desde cedo podem ser diagnosticados como alunos com transtornos bipolares e, infelizmente, poucos reconhecem este distúrbio. Interpretando em alguns casos como agressividade ou falta de afeto; ocasionando dificuldades de relacionamentos em sala de aula, na escola e em sua família. Aqui está algumas pesquisas referente ao assunto.
Transtorno bipolar Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Ir para: navegação, pesquisa Como categorizado pelo DSM-IV e o pelo CID-10, o transtorno bipolar ou distúrbio bipolar é uma forma de transtorno de humor caracterizado pela variação extrema do humor entre uma fase de maníaca ou hipomania, hiperatividade e grande imaginação, e uma fase de depressão de inibição, lentidão para conceber idéias e realizar, e ansiedade ou tristeza. Juntos estes sintomas são comumente conhecidos como depressão maníaca

O Estatuto do idoso esta trazendo benefícios para os idosos?

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Teatro

TEATRO - A fundação Thiago de Moraes Gonzaga tem inscrições gratuitas abertas para os projetos Contadores de Histórias (Educação Infantil) e Últimos Dias de Super-herói (Ensino Fundamental). O colégio fica responsável apenas pelo transporte dos alunos até o espaço Vida Urgente (Rua Botafogo, 918, na Capital), onde ocorrem os espetáculos. As escolas interessadas em participar devem entrar em contato através do telefone (51) 3231-0893